Teresina, Piauí: Da paisagem verde aos dias de hoje.

Publicado
2017-10-31

    Autores

  • Maísa Veloso Rio Lima Universidade Presbiteriana Mackenzie
  • Gilda Collet Bruna Programa de Pós Graduação em Arquitetura e Urbanismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie

Resumo

Desde os primórdios a ocupação do território pelo homem esteve ligada à natureza e os seus recursos naturais. Teresina, capital do estado do Piauí, foi idealizada e implantada em um local onde a presença de seus dois rios favorecia o crescimento econômico da nova capital. A expansão de Teresina manteve-se lenta e respeitando a natureza ali presente até o ano de 1950, quando a política de desenvolvimento do país proporcionou um rápido crescimento e uma ocupação desordenada do solo urbano, sem considerar o meio ambiente ali presente. O presente artigo objetiva relacionar a fundação de Teresina e sua expansão até os dias de hoje com a presença dos rios, seu relevo e sua vegetação. A demanda por espaço, habitação e urbanização foi modificando o ecossistema natural de Teresina. O estado tornou-se o maior modelador do espaço urbano, com suas políticas habitacionais e planos urbanísticos.

Palavras-chave: recursos naturais; urbanização; expansão urbana; 

Downloads

Não há dados estatísticos.

Métricas

Carregando Métricas ...

Referências

ADLER, F. R.; TANNER, C. J. Ecossistemas urbanos: princípios ecológicos para o ambiente construído. São Paulo: Oficina de Textos, 2015. 384 p.

ALENCASTRE, J. M. P.. Memória cronológica, histórica e corográfica da província do Piauí. 2.ed. Teresina: COMEPI, 1981.

ALVES, V. E. L. As bases históricas da formação territorial piauiense. Geosul, Florianópolis, v. 18, n. 36, p. 55-76, jan. 2003. ISSN 2177-5230. Disponível em: <https://periodicos.ufsc.br/index.php/geosul/article/view/13577/12450>. Acesso em: 10 ago. 2016. http://dx.doi.org/10.5007/13577.

AVELAR, B. C.M.; PASCHOAL, S. R. R. I.; DIAS SARQUES, W. Política Ambiental Municipal: importância do Plano Diretor em normatizar a ocupação e expansão urbana no que tange ao desenvolvimento sustentável e recuperação ambiental. In: Âmbito Jurídico, Rio Grande, XV, n. 101, junho 2012.

BRAZ E SILVA, A. M. N. Planejamento e fundação da primeira cidade no Brasil Império. In Cadernos do PROARQ, Rio de Janeiro. UFRJ, FAU, Programa de Pós-Graduação em Arquitetura, n. 18, p. 216-236, jul., 2012.

FAÇANHA, A. A Evolução Urbana de Teresina: agentes, processos e formas espaciais da cidade. Dissertação de Mestrado – Curso de Mestrado em Geografia, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 1998.

FEITOSA, S.M.R.; GOMES J.M.A.; MOITA NETO J.M.; ANDRADE C.S.P. de. Consequências da urbanização na vegetação e na temperatura da superfície de Teresina- Piauí. Sociedade Brasileira de Arborização Urbana, Piracicaba, v.6, n.2, p.58-75, 2011.

LEAL JUNIOR, J. H. Expansão urbana, planos urbanístico e segregação urbana: o caso de Teresina - PI. f. Dissertação (Mestrado) - Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo. Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2014.

LIMA, I. M de M. F. Teresina: Urbanização e Meio Ambiente. In: Scientia et Spesl, Revista do Instituto Camilo Filho, Teresina: v.1, n.2, (2002), Cap. 09, p.181-206, 2002. ISSN 1676-3815.

LIMA, I. M. de M. F. Parques Ambientais de Teresina: revalorizando o verde urbano. In: Cadernos de Teresina. Teresina: Fundação Monsenhor Chaves. Ano X, nº 24, dez. 1996.

LOPES, W. G. R.; MATOS, K. C.; LEITE, N. B. F.; MOURA, A. V. de S.; SILVA, D. N. de B.; MONTEIRO, F. F.; TAVARES, J. M C. SANTOS, N. R. B. A paisagem urbana e o sistema de espaços livres da cidade de Teresina, Piauí. In: VI Colóquio da Pesquisa QUAPA-SEL, 2011, São Paulo. Anais do VI Colóquio da Pesquisa QUAPA-SEL. São Paulo: Laboratório Quapá – FAUUSP, 2011, v.1. p. 1-15.

MELO,C. C. C. J.; BRUNA, G. Desenvolvimento urbano e regional de Teresina, Piauí, Brasil e sua importância no atual quadro de influência na rede urbana regional no Brasil. In: CONGRESSO DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL DE CABO VERDE, 1, CONGRESSO LUSÓFONO DE CIÊNCIA REGIONAL, 2009, Cidade da Praia, Cabo Verde.

MELLO SALES, M S. T. Consciência ambiental do teresinense: determinantes históricos- sociais. Teresina, PI: Universidade Estadual do Piauí, 2004.

MELLO SALES, M. S. T; ALBUQUERQUE, L. B. Teresina e sua Condição Urbana. IN: II Encontro de Pesquisa em Educação da UFPI, 2002, Teresina. Formação de Professores, Direitos Humanos e Diversidades Culturais. Teresina: EDUFPI, 2002. V. 1. p. 1-13.

MELLO SALES. M S. T. Educação Ambiental: A preservação do verde na zona urbana de Teresina. Dissertação de Mestrado. UFPI. Jan/2004.

MATOS, K. C.; MACHADO, N.; ALENCAR, V.; LUIS, W.; LOPES, W. G. R. Alterando o microclima de Teresina-PI com o sistema de espaços livros das praças do Plano Saraiva. In: X Colóquio QUAPA-SEL, 2015, Brasília. Anais do X Colóquio QUAPA-SEL. Brasília: FAU, UnB, 2015. v. 1. p. 1-26.

MATOS, K. C. ; LOPES, W. G. R.; MATOS, I. C. ; AFONSO, S. Parques Ambientais de Teresina como eixos lineares do Sistema de Espaço Público. Paisagem e Ambiente, v. n. 33, p. 165-180, 2014.

MOURA, M.G.B. Degradação ambiental urbana: uma análise de bairros da zona norte de Teresina. Dissertação (Mestrado em Desenvolvimento e Meio Ambiente) – Universidade Federal do Piauí. Teresina, 2006.

ROGERS, R; GMUCHDJIAN, F. Cidades para um pequeno planeta. 1ª Edição. G. Gill, 2013. 180p.

TERESINA. Lei nº 3.616, de 25 de julho de 2007. Transforma a Secretaria Municipal Extraordinária de Projetos Estruturantes - SEMPE em Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Recursos Hídricos – SEMAM e dá outras providências. Diário Oficial do Município, Teresina, PI, nº 1.148.

TERESINA. Prefeitura Municipal. Secretaria Municipal de Planejamento e Coordenação. Teresina: Agenda 2015 – Plano de Desenvolvimento Sustentável. Teresina, 2002.

TERESINA. Prefeitura Municipal. Secretaria Municipal de Planejamento e Coordenação. Teresina: Agenda 2030 – Plano de Desenvolvimento Sustentável. Teresina. 2015.

Como Citar
RIO LIMA, M. V.; BRUNA, G. C. Teresina, Piauí: Da paisagem verde aos dias de hoje. Revista Thésis, Rio de Janeiro, v. 2, n. 4, 2017. DOI: 10.51924/revthesis.2017.v2.104. Disponível em: https://thesis.anparq.org.br/revista-thesis/article/view/104. Acesso em: 2 out. 2022.