Onde o tempo toca o Corpo: memórias que desenham o território.

Publicado
2026-06-25
Palavras-chave: Memória, cartografia social, Trama coletiva, Território, Planejamento urbano

    Autores

  • Antonio Pimentel Sequeira Junior Universidade Federal Fluminense - PPGAU-UFF, Programa de Pós Graduação da Escola de Arquitetura e Urbanismo
  • Fernanda Ester Sánchez García Universidade Federal Fluminense, Programa de Pós Graduação da Escola de Arquitetura e Urbanismo, Grandes Projetos Urbanos
  • Thaissa dos Santos Martins Universidade Federal Fluminense - PPGAU-UFF, Programa de Pós Graduação da Escola de Arquitetura e Urbanismo https://orcid.org/0000-0002-8433-6825
  • Rafael Alves Corradi Universidade Federal Fluminense - PPGAU-UFF, Programa de Pós Graduação da Escola de Arquitetura e Urbanismo https://orcid.org/0000-0002-0454-1678
  • Marina Annes Duarte Universidade Federal Fluminense - PPGAU-UFF, Programa de Pós Graduação da Escola de Arquitetura e Urbanismo
  • Andressa Pereira Maia Universidade Federal Fluminense - PPGAU-UFF, Programa de Pós Graduação da Escola de Arquitetura e Urbanismo
  • Aline Saraiva Leão Lima Universidade Federal Fluminense - PPGAU-UFF, Programa de Pós Graduação da Escola de Arquitetura e Urbanismo

Resumo

Adentrar o universo complexo e multifacetado, que
entrelaça tempo, afeto e território, e problematizá-lo de forma consistente são desafios que indagam diretamente as possibilidades de construção do conhecimento, como também da própria construção da cidade. A proposta traz os resultados de um exercício de método, para refletir sobre os territórios que nos atravessam enquanto sujeitos coletivos. O cruzamento das memórias de sete pessoas nos permitiu reflexões gráficas e teóricas, a partir dos encontros e desencontros. Das ruas de Brás de Pina, Pirambu, Petrópolis, Pirassununga, aos cheiros que remetem às casas e aos lugares que já foram morada. A contação de histórias de família, as fotografias, objetos e gestos que transmitem conhecimentos ancestrais e nos ajudam a pensar em como o rito oral reafirma identidades de passado, presente e futuro. Situar as corporeidades e
territorialidades através da consciência dos processos de planejamento urbano desiguais tensionam “histórias do tempo presente” (Almeida; Fonseca, 2021).

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Referências

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ALMEIDA, Juniele R.; FONSECA, Vivian L. História oral: dimensões públicas no tempo presente. Estudos Históricos (Rio de Janeiro), v. 34, p. 445-449, 2021.

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Como Citar
PIMENTEL SEQUEIRA JUNIOR, Antonio; ESTER SÁNCHEZ GARCÍA, Fernanda; DOS SANTOS MARTINS , Thaissa; ALVES CORRADI, Rafael; ANNES DUARTE, Marina; PEREIRA MAIA, Andressa; SARAIVA LEÃO LIMA, Aline. Onde o tempo toca o Corpo: memórias que desenham o território. . Revista Thésis, Rio de Janeiro, v. 11, n. 21, 2026. DOI: 10.51924/revthesis.2026.v11.707. Disponível em: https://thesis.anparq.org.br/revista-thesis/article/view/707. Acesso em: 26 jun. 2026.

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