Tiempo, técnica y memoria

la antigua fábrica de la Antártida y las temporalidades de la São Paulo industrial

Publicado
2026-06-25
Palabras clave: patrimônio industrial, historicidade, presentismo, práticas sociais industrial heritage, historicity, presentism, social practices patrimonio industrial, historicidad, presentismo, prácticas sociales

Resumen

Este artículo analiza el antiguo complejo fabril de la Companhia Antarctica Paulista, ubicado en Mooca, como un objeto empírico singular para comprender las múltiples temporalidades del São Paulo industrial, manifestadas en la ciudad moderna que hemos heredado en la actualidad. El texto sostiene que la formación y consolidación de este espacio fabril expresa la aceleración técnica y económica que dictó los nuevos ritmos urbanos y orquestó las prácticas sociales de vida y trabajo durante más de un siglo. En el presente, la antigua fábrica, considerada patrimonio en el momento de su abandono, se revela no como un residuo inerte del pasado, sino como un campo de fuerzas fundamentales para comprender las relaciones entre tiempo y espacio en el São Paulo industrial. El complejo fabril Antarctica se analiza a través de las relaciones entre tiempo, técnica y memoria que implican, en cada momento, temporalidades que se yuxtaponen y superponen, y se expresan, material y simbólicamente, como marcas de transformaciones que constituyen múltiples historicidades.

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Cómo citar
TOURINHO, Andréa; VÁZQUEZ RAMOS, Fernando; PETRINI PINHEIRO, Diego; CARCAVALLI, Daniel. Tiempo, técnica y memoria: la antigua fábrica de la Antártida y las temporalidades de la São Paulo industrial. Revista Thésis, Rio de Janeiro, v. 11, n. 21, 2026. DOI: 10.51924/revthesis.2026.v11.702. Disponível em: https://thesis.anparq.org.br/revista-thesis/article/view/702. Acesso em: 26 jun. 2026.

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