Temporalidades urbanas

el habitar entre regímenes de historicidad

Publicado
2026-06-11
Palabras clave: temporalidades urbanas, regimes de historicidade, habitar urban temporalities, regimes of historicity, dwelling temporalidades urbanas, regímenes de historicidad, habitar

    Autores/as

  • Mário Victor Marques Margotto Universidade Federal do Espírito Santo; Centro de Artes; Doutorando no Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo https://orcid.org/0000-0002-0157-807X
  • Clara Luiza Miranda Universidade Federal do Espírito Santo; Centro de Artes; Professora Titular no Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo https://orcid.org/0000-0001-9636-2572

Resumen

Este artículo propone una cartografía conceptual de las temporalidades que atraviesan la experiencia urbana en la modernidad y en la modernidad tardía. Para fundamentarla, articula tres matrices conceptuales complementarias: la analítica existencial de Heidegger, que proporciona la constitución temporal del ser-en-el-mundo como estructura fundamental de la existencia; el concepto de "régimen de historicidad", elaborado por Hartog como herramienta heurística para comprender las configuraciones temporales de diferentes sociedades; y el análisis de Heynen sobre la tensión entre modernidad y habitar, que ofrece el marco disciplinar para investigar cómo estas temporalidades se despliegan en la ciudad. Desde esta articulación, examina cómo el régimen futurista moderno se materializó en la metrópolis como dispositivo de desarraigo ontológico. A continuación, se analizan tres reconfiguraciones tardomodernas — presentismo, actualismo y retrotopía — y sus inscripciones en el espacio urbano. La cartografía revela que convergen en la desarticulación de un habitar auténtico, comprendido fenomenológicamente como modo fundamental de inscripción del ser-ahí en el mundo.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Citas

AGAMBEN, G. O que é o contemporâneo? e outros ensaios. Chapecó: Argos, 2009.

ARANTES, O. B. F. O lugar da arquitetura depois dos modernos. 3. ed. São Paulo: Edusp, 2000.

ARGAN, Giulio Carlo. História da arte como história da cidade. São Paulo: Martins Fontes, 1992.

AUGÉ, M. Não-lugares: introdução a uma antropologia da sobremodernidade. Lisboa: 90 Graus Editora, 2005.

BAUMAN, Z. Retrotopia. Rio de Janeiro: Zahar, 2017.

BENJAMIN, W. Obras escolhidas. Vol. 1: Magia e técnica, arte e política. São Paulo: Brasiliense, 1987.

BENJAMIN, W. Passagens. Belo Horizonte: Editora UFMG; São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2009.

BOYM, S. Mal-estar na nostalgia. História da Historiografia, n. 23, p. 153-165, 2017.

CACCIARI, M. A cidade. Barcelona: Gustavo Gili, 2010.

CAÚLA, A. Trilogia das utopias urbanas. Salvador: EDUFBA, 2019.

CHOAY, F. O urbanismo. 3. ed. São Paulo: Perspectiva, 1992.

FRAMPTON, K. História crítica da arquitetura moderna. São Paulo: Martins Fontes, 2004.

FRY, T. Homelessness: a philosophical architecture. Design Philosophy Papers, v. 3, n. 3, p. 191-204, 2005.

GUATTARI, F. Caosmose: um novo paradigma estético. São Paulo: Ed. 34, 1992.

HABERMAS, J. O discurso filosófico da modernidade. São Paulo: Martins Fontes, 2000.

HAN, B-C. Favor fechar os olhos: em busca de um outro tempo. Petrópolis: Vozes, 2021a.

HAN, B-C. Louvor à Terra: uma viagem ao jardim. Petrópolis: Vozes, 2021b.

HAN, B-C. Não-coisas: reviravoltas do mundo da vida. Petrópolis: Vozes, 2022.

HAN, B-C. Sociedade do cansaço. Petrópolis, RJ: Editora Vozes, 2015.

HARTOG, F. Regimes de historicidade: presentismo e experiências do tempo. Belo Horizonte: Autêntica, 2013.

HARVEY, D. The New Urbanism and the Communitarian Trap. Harvard Design Magazine, n. 1, 1997, p. 68-69.

HEIDEGGER, M. Ensaios e conferências. 8. ed. Petrópolis: Vozes, 2012.

HEIDEGGER, M. O conceito de tempo. Cadernos de Tradução, n. 2, p. 1-39, 1997.

HEYNEN, H. Architecture and Modernity: a Critique. Cambridge: MIT Press, 1999.

KOOLHAAS, R. Três textos sobre a cidade. Barcelona: Gustavo Gili, 2014.

KOSELLECK, R. Estratos do tempo: estudos sobre história. Rio de Janeiro: Contraponto; PUC-Rio, 2014.

KOSELLECK, R. Futuro passado: contribuição à semântica dos tempos históricos. Rio de Janeiro: Contraponto; PUC-Rio, 2006.

LE CORBUSIER. A Carta de Atenas. São Paulo: Hucitec; Edusp, 1993.

PEREIRA, M. H. F.; ARAÚJO, V. L. de. Atualismo 1.0: como a ideia de atualização mudou o século XXI. 2. ed. Vitória: Editora Milfontes/Mariana: Editora da SBTHH, 2019.

PEREIRA, M. H. F. Lembrança do presente: ensaios sobre a condição histórica na era da internet. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2022.

ROSA, H. Alienação e aceleração: para uma teoria crítica da temporalidade na modernidade tardia. Petrópolis: Vozes, 2022.

SENNETT, R. Construir e habitar: ética para uma cidade aberta. Rio de Janeiro: Record, 2018.

SIMMEL, G. A metrópole e a vida mental. Tradução de Sérgio Marques dos Reis. In: VELHO, O. G. (Org.). O fenômeno urbano. Rio de Janeiro: Zahar, 1973. p. 11-25.

VIDLER, A. Warped Space: Art, Architecture, and Anxiety in Modern Culture. Cambridge: MIT Press, 2000.

Cómo citar
MARQUES MARGOTTO, Mário Victor; MIRANDA, Clara Luiza. Temporalidades urbanas: el habitar entre regímenes de historicidad. Revista Thésis, Rio de Janeiro, v. 11, n. 21, 2026. DOI: 10.51924/revthesis.2026.v11.635. Disponível em: https://thesis.anparq.org.br/revista-thesis/article/view/635. Acesso em: 11 jun. 2026.

Artículos más leídos del mismo autor/a

Artículos similares

1 2 3 4 5 > >> 

También puede Iniciar una búsqueda de similitud avanzada para este artículo.